quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Semana que vem vou viajar com o Fê. Lua de mel em Lisboa. Viagem de casal, com o Beto e a Carla, que no ano passado mostraram ser ótimas companhias para viajar.
Ter um tempinho só para nós dois vai nos fazer muito bem, tenho certeza. Mas, dá um apertinho no coração ir para tão longe das crianças... um oceano inteiro de distância.
Bom, estou tentando ir tranquila. Meu amor por eles é bem maior que esse oceano e que essa semaninha distante. Como diz o Felipe, é "infinito e além".
Eu e o Fê vamos nos abastecer de romance, de cultura, de diversão. E meus filhotes, de carinho e alegria junto com a vovó Ita, Noninha, tia Si, tio Rafa, Nana e Pedro.
É... posso ir tranquila. Que bom é ter essa família que eu amo tanto por perto.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Bom, falando em irmãos, este post vai para a Vanessa. Minha irmã de coração, que nem precisa assinar seus comentários. Eu a reconheço pelo jeito de falar, de escrever!
Obrigada,Van. Nesse dia frio vc já me esquentou com um pouquinho da sua praticidade. Te amo!
Ai, como eu amo esses dois! Ainda mais assim, juntinhos, sendo o que eu e a Si sempre fomos uma para a outra: fundamentais.
O tempo mudou. Está mais frio e quieto.
Por dentro, também me sinto assim.
E fria e quietinha fico pensando nas mudanças que precisam acontecer para eu voltar a me aquecer.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Smartphone, smartlife?

Nunca fui avessa à tecnologia. Apenas não sou fissurada em plugs and plays all the time.
Meu MSN é desativado. Não tenho Orkut, nem avatar. Minha vida é uma só, de carne e osso. Com alegrias e tristezas cara a cara, olho no olho. Mas, tenho o blog, a expressão on-line do que sinto no coração. A minha tecnologia com perfil de romance.
Por isso, o Smartphone nunca foi objeto de desejo para mim. Não tem charme, nem graça. Sei lá, não combina. Relutei, relutei. E meu novo celular virou até assunto para terapia. Não o celular em si, completíssimo, com e-mail, arquivos editáveis etc, etc. Mas a vida que ele representa... tão corporativa quanto o plano empresas que estamos fechando. Isso sim, me incomoda.
No fim, aceitei. Sucumbi aos apelos de minha amiga Karin - "é a tendência", ela disse. Vou fazer um teste e ver no que dá. Afinal, é melhor tentar (pelo menos) não se fechar ao que o mundo moderno oferece. Vou usá-lo com a ótica da praticidade e não pelas exigências corporativas. E quem sabe, em suas teclas eu escrevo meu próximo post.

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Tropa de Elite

Filmaço! Confirma valores, condena valores. Depende de que lado você está. E depois de assistir, "ou a gente se omite, ou se corrompe, ou vai para a guerra". Vale para pensar!
E o Wagner Moura? Esse é o cara.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

O casamento

O casamento da Carola e do Daniel teve tudo que precisava. Amor, amor, amor. Na forma de amigos, de família, de beijos, sorrisos e músicas para embalar meu coração junto com o do Fê e de muitos outros casais não tão novinhos como os noivos.
Mas, o amor em forma de crianças em traje de festa... ah, esse encantou mesmo. Palavra de mãe!

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

terça-feira, 9 de outubro de 2007


Faz 8 meses que meu coração se enche de amor. A minha Felipinha ("é a cara do irmão" - todos falam) ganha diariamente ares de Maria, expressões que são só suas, cheirinho que é só seu. E um olhar cativante, delicado, que brilha de encanto.
Ah... eu fico pensando como é possível amar tanto tanto essa moleca enfeitada de flor!

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Ando pensando muito em dias com o mar de paisagem.

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Primeiro Ano


Escolhi a escola em que o Felipe estudará a partir do próximo ano. Fiz a matrícula. Meu menino terminou uma etapa de sua vida e segue para o primeiro ano. Não é mais jardim, nem pré, nem grupo. Nem turma dos cantos e contos, dos animais, da natureza, das trilhas e trocas. Em vez da escolinha, a escola grande, com enormes quadras de esporte, salas de informática, de artes, de música. Com carteiras para sentar, cadernos encapados, lição de casa, lápis preto bem apontado.

Vou sentir saudade da vida que passamos na Escola Semente. Acolhedora até o fim do mundo, construtivista de uma sabedoria que me encanta e emociona a cada descoberta do Felipe. Lá, ele semeou muitas coisas que agora vai colher no Itamarati, um colégio bem maior na estrutura, mas que também tem coração. Foi assim que eu senti.

O Felipe cresceu. E com ele eu e o Fê crescemos também.

terça-feira, 25 de setembro de 2007



Senti muita paz no batizado da Maria. E me alegrei em ver minha florzinha sendo abençoada por palavras de um homem sábio e sensível - Dom Geraldo. Também me fez bem ver seu irmão, seus priminhos e amigos participando de tudo, os adultos se entregando aos bons sentimentos, a família unida. Gostei do ritual, de estar na igreja, de entregar minha filha aos caminhos cristãos e de ter certeza de que vale a pena segui-los.

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Para Ju,Si e Van

Ontem, senti cheiro de Séve. Acho que alguém da agência estava usando.
Minha memória voou para um endereço certo: rua Chuí, 210. E me (re)vi experimentando roupas e mais roupas das malas do "change".

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

A Maria já ganhou presentes lindos para seu batizado, que será no próximo domingo:
uma casa preparada com todo amor pela vovó Dagna, cheia de carinho para receber as pessoas que são importantes para nós;
um texto lindo que a vovó Ita achou na Bíblia;
idéias fofas da tia Si e da priminha Nana para as lembrancinhas;
uma madrinha especial, que traz com ela uma nova vida para alegrar as nossas...

E o domingo de primavera ainda nem chegou.
Deus te abençoe, filha querida!

Igual, mas diferente

Descobri uma coisa no carro, ouvindo as músicas que gosto e também as que o Fernando gosta. Eu sou "Vilarejo", ele "Vida Boa". Letras, ritmos, arranjos e preconceitos a parte, assim, na mensagem, tem alguma diferença? É só fechar os olhos e imaginar que dando uma decorada no ranchinho, ele vira vilarejo.
Amor a gente sente na alma, não na forma.

Vilarejo
Há um vilarejo ali
Onde areja um vento bom
Na varanda, quem descansa
Vê o horizonte deitar no chão
Pra acalmar o coração
Lá o mundo tem razão
Terra de heróis, lares de mãe
Paraiso se mudou para lá
Por cima das casas, cal
Frutos em qualquer quintal
Peitos fartos, filhos fortes
Sonho semeando o mundo real

Vida Boa
Moro num lugar
Numa casinha inocente do sertão
De fogo baixo aceso no fogão
Fogão à lenha ia
Tenho tudo aqui
Umas vaquinha leiteira, um burro bão
Uma baixada, ribeira e um violão
E umas galinhas.. ia
Tenho no quintal
Uns pés de fruta e de flor
E no meu peito por amor
Plantei alguém, plantei alguém
Que vida boa ou ou ou
Que vida boa