quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Queria muito falar sobre a delicadeza da minha menina. Sobre ver despertando a sua paixão pelo ballet, pelo cabelo, pelos esmaltes e pelas princesas. "Vou de salto", ela disse outro dia, enquanto nos preparávamos para uma festinha.
Longe, mas bem longe de ser adultinha ou uma pequena dondoca, ela se enfeita com gosto pela vida, feliz por ficar mais bonita. E me diz sempre:
- Não pode trabalhar, mamãe!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Sobre o planejamento e a paixão

Na Conferência do GP, ouvi muito sobre o que já sei. Que clientes querem resultados, que agências buscam novos meios e inventam o que nunca foi inventado, tentando explicar que números já não provam mais nada, que as pessoas que sofrem os mesmos impactos reagem de formas diferentes, e que vão contar isso nas redes sociais e bla, bla, bla...
Mas, no meio de disso tudo, ouvi meu coração bater mais forte: primeiro, na palestra do Ernesto Bologna, um psicólogo, antropólogo, consultor, que nos pediu para não garantir mais nada, porque a era das certezas já era. E disse sobre as relações entre empresas: duas pessoas jurídicas só se comunicam por meio de duas pessoas físicas. Depois, veio o Luis Paulo Rosemberg, o cara do timão, o executivo com cara de mano, o cara da Fiel. Que falou do "eu nunca vou te abandonar", do Ronaldão, do sangue corintiano, de ser louco, louco, louco. E em meio a todas as estratégias que ele inventou para tirar o "Curíntia" do buraco, eu ficava pensando nessa coisa maluca que eu vejo dar resultado lá em casa. Na paixão que o Fernando passou para o Felipe, nas camisetas todas que meu filho pede do timão, na felicidade dele ao ganhar a oficial do Ronaldo9, depois, a do goleirão Felipe, no Fernando chorando porque o timão foi para a segundona e depois chorando porque o coringão voltou, na Maria falando que é do "Colínthians"
Não sei se foi planejamento, marketing, ativação, rede social, o escambal... sei de pessoas que simplesmente respondem ao apelo de um time que é um fenômeno, que repetem frases que saem tão naturalmente da boca da Fiel, que fica impossível acreditar que tiveram o dedinho do Washington Olivetto (o corintiano, não o publicitário).

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Cansada, cansada, cansada.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Feira do Conhecimento



Os segundos anos apresentaram coisas lindas sobre os direitos das crianças e adolescentes. Felipe ficou com a família e a moradia. Mas defendeu o esporte. E o direito a ficar perto dos amigos, essa sim, sua bandeira!
Na Feira do Conhecimento, encontrei Maria no barquinho que trouxe Volpi para o Brasil e as formas geométricas, as cores, a arte e muita sabedoria para a vida dessa garotinha incrível.

Empreendedor, meu menino.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

O Fe na fazenda me faz pensar em quanto pode ser bonito um amor que vive a semear.

Pensamento

Se toda botequeira deveria usar Chanel nas unhas, toda it girl deveria frequentar o Empório Mix num dia de chuva.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

It Girls

Em bom e claro "voguês": inspirada por uma das mentes mais intelectuais das rodinhas psicoanalisadas (Si, quem diria, hein, honey?), sucumbi ao charme das unhas pintadas com o verde pálido Chanel. Jade ou Mint?
Por aqui (analisei opções de minha fofíssima manicure) os nacionais bem que tentaram, mas passaram longe do tom da maison francesa.
E pensar que tudo isso começou debaixo de chuva e de friendly umbrellas que abrigaram amigas must have - verdadeiro hit da estação - torna o boteco da última quinta-feira uma espécie de "Favela Chic" da sugar cane land.
Na Crisma, dindinha e dindinho com o João, o afilhado adolescente mais bacana que poderíamos ganhar.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Bom dia

Acordei mais tarde e fiquei lendo Chapeuzinho Amarelo para a Maria.
Nenhum lobo mau me tira o bom humor hoje!

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Fico pensando em passar de forma especial o aniversário da minha mãe. Uma maneira de comemorar uma vida que eu admiro tanto, tanto, tanto que nem me cabe!
Miami com as filhotas. NY.Guarujá, sempre cheio de nossas histórias de infância e adolescência, com os genros e netos. Festa, almoço, amigas dela por perto.
Mas, tem algo que não me sai da cabeça. Ilhabela. Estou conseguindo sentir o cheirinho daquele mar aqui em Ribeirão. Estou com o gostinho do sorvete que tomava na Vila em minha boca. Ando vendo céu azul e matinhas verdes em tudo. Enfim, estou cheia de sentidos de que ir para lá será muito, muito bom, dona Ita!

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Deveria ser lei

Mulher casada e com filhos não tem expediente na empresa às sextas-feiras à tarde.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Nunca conheci um peixinho desses de aquário tão duro na queda quanto o Azulzinho. O Felipe ganhou este amiguinho acho que com uns 4 anos, quase 5. Era para ficar no seu quarto, fazendo companhia enquanto ele dormia. Tudo bem, a estratégia pouco deu certo, meu gato não dava lá muito valor para seu peixinho na madrugada, sempre preferiu a mamãe aqui, ou algum amigo para ocupar a "cama de baixo".
Mas, de dia, o Azulzinho brilhava. Ganhou o sobrenome Brilhante. Nadava de um lado para o outro e fisgava suas comidinhas de bolinha muito rápido. Ano após ano, até começar a ficar sem brilho, sem cor. As bolinhas ficavam boiando na água, esperando o velho peixinho ter fome.
Assim, Azulzinho começou a orgulhar seu dono por ser o peixe mais resistente que já existiu. Os peixinhos dos amigos todos morriam. Os da casa da vovó Dagna também. O peixinho da Nana, do Pedro... todos se foram, menos o guerreiro do Felipe.
Mas ontem, o Azulzinho morreu. Estava lá, boiando no aquário. O Felipe olhou, ficou em silêncio. Depois, já com o Fernando providenciando o enterro do bichinho, abraçou o aquário.
- Quer falar alguma coisa, filho?
- Azulzinho... você foi um peixe muito amado... buááááááá...

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Desejo

Maria,ontem à noite:
- Cadê meu papai?
- Tá viajando, querida.
- Ele volta hoje?
- Não, só na segunda-feira
- Ah.... eu quero que ele "volta" toda hora!