quarta-feira, 31 de março de 2010

Querendo ser

Artista, surfista, roqueiro, fazendeiro, jogador de futebol (zagueiro, atacante ou goleiro), cientista, aventureiro.
Que bom que o mundo é tão cheio de possibilidades para você, Felipe.

terça-feira, 30 de março de 2010

Quando o trabalho é muito

Eu precisava de um pouco de Barceloneta. Uma horinha, só isso, e tenho certeza de que ficaria pronta para outro dia como hoje.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Gerações

Eu com Felipe na 9 de julho:
- Nossa mãe, essa avenida é muito ruim, o carro só fica chacoalhando...
- É que ela é feita de paralelepípedos, filho.
- O que é isso?
- Esses quadrados aí no chão, ó! Antigamente, todas as ruas eram assim. Não é bonito?
- Eu hein! Você que é do tempo antigo pode gostar, mãe. Acho que já tá acostumada. Eu não acho legal não!

segunda-feira, 22 de março de 2010

Sobre o fim de semana

Lá no Goiás tem bolo com café na cozinha.
Minino diverte com pé na terra, pedrinha de barro e lombo do cavalo.
Cachorro é sem raça e sem nome. Papagaio não foge.
Fogão é de lenha e o feijão é gordo, gostoso.
Mas a vida é leve.
O vento sopra. Leva a poeira. Traz refresco para a noite.
Tudo tão simples que fica difícil eu entender.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Ela enche a boca para falar meu pai. Faz charminho para falar papai. E se diverte muito com esse Fernando que é só coração derretido quando fica bem perto da sua pequena.

segunda-feira, 15 de março de 2010

A sagrada família.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Tava tão bom ontem à noite: o melhor miojo do mundo, com creme de leite, salsinha e queijo que o Fe trouxe de Goiás, vinho, e muita risada das insanidades do BBB.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Quanto mais mídia eu planejo, mais eu planejo escrever. Dá mais IBOPE.

quarta-feira, 10 de março de 2010

"O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem."
(Guimarães Rosa)

sexta-feira, 5 de março de 2010

A Meg e o Rica em uma das fotos mais fofas que já vi!
Ontem minha querida amiga mandou bem na saidinha movida à gripe, suquinho, coca light e mini dog.
Bem, como nosso papo é dos bons e como agora a coca light é saudável e vem com minerais, saímos de lá super prontas pra outra, né Van?

terça-feira, 2 de março de 2010

Sobre Lisboa, Barcelona e o aniversário da minha mãe

Friozinho bom, casaco, cachecol e ruas, muitas ruas para andar.
Nós três caminhando lado a lado, pelos caminhos que quisemos tanto trilhar.
Amor de mãe e filhas. Amizade dia a dia.
Se uma quer, a outra faz, a outra ajuda. Se uma não aguenta, a outra empurra. Aí, encontramos poesia no Tejo e vemos que nossa alma é ainda maior do que podemos imaginar.
Chove. Nos apertamos, nos protegemos. Quem é mãe, quem é filha, quem é a mais velha, quem é a caçula? Não cabemos mais no que fomos, porque agora somos mais.
Navegantes além do rio da nossa aldeia. Alegria, vinho, sabor de quero mais.
Depois, somos cores e formas. Somos vida pulsando. Hurtado, lembra? Nosso sangue espanhol vai bem, obrigada! Então nos sentimos em casa. Temos fogãozinho, geladeirinha e uma pequena pia para brincar. Agora temos também o mar. Temos o azul mais lindo. E brincamos na praia para mostrar para as crianças que é bom, muito bom viver assim: família.
Então festejamos a vida de quem sempre nos inspira. De quem se renova porque sabe que o rio se mistura ao mar e depois disso, é só navegar para encontrar algum porto seguro.


PS: obrigada, Fe, Rafa, Felipe, Maria, Nana e Pedro por nos darem tanta tranquilidade para esses 10 dias de alegria. Vocês são só amor!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Tenho muito para falar sobre Lisboa e Barcelona.
Sobre uma mãe e duas filhas. Sobre tempo e cenário. Sobre letras e amores.
Mas hoje estou com muito, muito sono.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Ontem a Meg fez 3 anos.
Bem do seu jeito, acordou alegrando a casa. Ganhou beijinhos, carinho, declarações de amor. Não perguntou por presentes, queria mesmo é saber se já podia ir para a piscina. Essa menina quer mais é curtir a vida, adora as pessoas mais que as bonecas. Dança, canta e quer fazer ballet. Não se intimida com trovões, chuva nem escuro. Mas tem medo é o lobo mau, da bruxa, de bonecos desses dos trenzinhos de praça.
Na semana passada, essa garotinha estava se achando a tal na festinha de seu aniversário na escola. Mas sua alegria era servir o bolo aos amigos, ver o irmão na sua sala, mostrar o parque para a mamãe e o papai, compartilhar seu aniversário com sua pequena e amigável comunidade do G3.
Hoje, decidida que é, quis entrar sozinha na escola. Fiquei parada no portão, vendo a pequena feliz da vida rumo à sua sala, desejando sempre vê-la feliz da vida nos caminhos que escolher.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Que parto!

Depois que a Gisele Bundchen falou no Fantástico que o parto de seu bebê foi na banheira, sem anestesia e sem médico, não aguento mais o assunto nas rodinhas de conversa, na TV, no jornal, na Internet, enfim, só se fala sobre o quanto é lindo e nobre o parto assim, natural.
Cheguei a ouvir que a gente se sentia mais mãe com parto normal. Também ouvi que crianças de cesareanas não nascem, fazem-nas nascer.
Nunca quis entrar muito na polêmica sobre isso. O que é melhor ou pior depende de cada um, de cada caso. Particularmente, nunca me encantei muito com a ideia de entrar em trabalho de parto, passar 12 horas sentindo dor, ter que controlar minhas contrações e o olhar de assustado do Fernando (é, meu marido não sabe muito bem como se portar em situações assim, rsrs).
Como, grávida de 40 semanas do Felipe, eu não sabia o que era uma contração, e muito menos uma dilatação, foi fácil e tranquilo aceitar que não sou parideira nata. Fiz uma cesárea clássica, cercada de cuidados de um obstreta que é pura confiança, de um pediatra que é todo coração e alegria, de enfermeiras atenciosas e de um marido emocionado. Para mim, um parto bem humanizado, que me trouxe o bebê mais fofo do mundo - e a primeira imagem mais inesquecível da minha vida: aquele rostinho fofo e moreno que fez meu coração bater diferente - e ainda faz.
Com a gravidez da Maria já na trigésima nona semana, continuei sem saber o que é contração e dilatação. Tive outro parto cercada do mesmo carinho descrito acima. E a segunda imagem mais inesquecível da minha vida: o rostinho fofo e moreno fazendo meu coração bater diferente de novo. Pura emoção. Os dois partos mais normais e naturais que eu poderia ter tido!
Então, vamos lá, meninas que sofrem por não darem à luz na banheira: aproveitem seus filhotes nascidos de qualquer maneira. Aproveitem os dias de cuidados na maternidade. Quando chegarem em casa, seus pontos vão secar, você não vai morrer de dor, seus quilos a mais também vão sumir com uma alimentação bacaninha. Ninguém precisa ficar sentada na cama por causa de uma cesárea. Ah... também não acredito que crianças de cesárea choram mais ou sofrem traumas. Que bebezinho pode ser traumatizado quando a mãe está com a barriga aberta, mas o coração mais aberto ainda para amá-lo muito?
Bom, pra mim é assim!