- Mama, eu não gosto de nenhuma palavra brava!
- Mas o que são as palavras bravas, Meg?
- As palavras de adulto dar bronca, mama!
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Too much.
Então... comprei uma batinha Ronaldo Fraga para a Maria. Adoro as roupinhas dele, geralmente são linduchas e super confortáveis. Mas confesso que nunca tinha parado para ler as etiquetas.
Ontem fui tirar os tags para que a tal da bata pudesse ser lavada e passada. Resolvi ler as instruções:
"Lavar com sabão neutro. Secar à sombra das laranjeiras"
Na boa, não há licença poética que pudesse me fazer parar de achar ridícula aquela etiqueta colorida e linda! Não há mesmo photoshop que salve palavras pretenciosas demais.
Ontem fui tirar os tags para que a tal da bata pudesse ser lavada e passada. Resolvi ler as instruções:
"Lavar com sabão neutro. Secar à sombra das laranjeiras"
Na boa, não há licença poética que pudesse me fazer parar de achar ridícula aquela etiqueta colorida e linda! Não há mesmo photoshop que salve palavras pretenciosas demais.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Os 9 anos do Felipe
Chuteiras, F50, Mercurial.
Brasileirão, Paulistinha, Campeonato espanhol. Chupa, fulano!
Ganso, Neymar, Messi, Jorge Henrique. Ronaldo, o gordo. Globo Esporte.
Timão, Timão, Timão, ô, meu São Jorge!
Cuecas na gaveta, meias encardidas.
Bayblade, Club Penguim, Zootycon, MSN.
Zack Power, 24 horas para fazer qualquer coisa e esperar meu beijo de boa noite.
Animal Planet.
Meninas sem roupa no Google: cabelos brancos.
Português, matemática, história, geografia, inglês, karatê e copinha da Olé.
Tênis desamarrados, dentes sem escovar, cabelo arrepiado, moleques em casa.
E eu, irmã de menina, criada por mãe e por vó, sou agora um pouco menino. Lembro da minha mãe cantando O meu guri do Chico Buarque! Ele veio sem fantasia, o meu menino existe em mim.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
Carnaval, cenas.
Eu vi a Maria conversar e brincar com os primos como se não existisse diferenças de idade; percebi ela crescendo e ganhando espaço, e quando estava bem lá, no meio dos grandes, voltava para seu mundinho de faz de conta, se transformando em bebê, em bruxa, em princesa, em bichinhos de toda espécie, pedindo uma varinha mágica para que pudesse mudar tantas coisas de lugar e de função. Eu vi a minha menininha durante dez dias inteiros bem do meu lado, e quantas histórias ganhei com isso :)
Também vi o Felipe se ligar em óculos escuros, tênis descolados... mergulhar no mar como quem cai em oceano aberto. Vi que para ele, a maior graça da Orla Bardot foi colocar as mãos nos peitos da Brigite e não saber exatamente porque estava fazendo aquilo!
Eu vi um mar de muitos azuis. E neles estavam os olhos meus, da minha mãe e da minha irmã.
Eu vi a Tata, de 56 anos, andar de avião pela primeira vez e cuidar bem das crianças e dos adultos pela milionésima vez. Vi minha sobrinha, tão linda, se descolando e ganhando o mundo, enquanto meu sobrinho anda pelo mundo como se tivesse seu controle nas mãos.
Vi a casa dos meus tios nos acolhendo, vi uma grande família.
Nesses dias, eu não vi o Fernando. E por mais que estejamos tão acostumados a ficar longe por tempos assim, achei uma pequena injustiça do destino não ter amor para passear no fim da tarde em Búzios.
Também vi o Felipe se ligar em óculos escuros, tênis descolados... mergulhar no mar como quem cai em oceano aberto. Vi que para ele, a maior graça da Orla Bardot foi colocar as mãos nos peitos da Brigite e não saber exatamente porque estava fazendo aquilo!
Eu vi um mar de muitos azuis. E neles estavam os olhos meus, da minha mãe e da minha irmã.
Eu vi a Tata, de 56 anos, andar de avião pela primeira vez e cuidar bem das crianças e dos adultos pela milionésima vez. Vi minha sobrinha, tão linda, se descolando e ganhando o mundo, enquanto meu sobrinho anda pelo mundo como se tivesse seu controle nas mãos.
Vi a casa dos meus tios nos acolhendo, vi uma grande família.
Nesses dias, eu não vi o Fernando. E por mais que estejamos tão acostumados a ficar longe por tempos assim, achei uma pequena injustiça do destino não ter amor para passear no fim da tarde em Búzios.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Assim, minha princesa, você encanta sem fazer de ninguém um súdito bobalhão. Há espaço para todos em suas histórias. E o meu amor tão infinito vai proteger o seu reino alegre, porque tudo o que quero é que você seja feliz para sempre.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
3 pontos.
Um pulo na piscina.
O queixo na borda.
O choro forte da Meg. O meu, doído. Porque coração sangra mais que queixo.
O queixo na borda.
O choro forte da Meg. O meu, doído. Porque coração sangra mais que queixo.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Ontem, das 18h às 23h50
Buscar na escola, chegar em casa, preparar o que comer. Descer para a piscina, brincar, conversar com a amiga, receber o sobrinho, subir para o apê, arrumar a mesa, por a galerinha pra comer: 2 filhos, o primo e um amigo. Conversar mais com a amiga, acolher o choro do filho, vê-lo voltar a sorrir quando uns 4 meninos do prédio entram em casa. Despedir-se da amiga. Ligar para o marido que está viajando, falar de amor, saudade e amenidades. Lembrar de ligar para a outra amiga que faz aniversário. Receber a irmã e a sobrinha, ficar feliz, separar umas roupas, despedir-se da irmã e dos sobrinhos. Fazer a filha dormir. Arrumar a cama para que o amigo do filho durma em casa. Colocar os meninos no banho. Liberar TV com jogo do Goiás e não sei quem no quarto do filho para ter meia horinha de TV no meu quarto. O filho dorme, o amigo quer matar a saudade da mãe. Ligar para a amiga, ver passar a saudade, olhar o garoto dormir tranquilo e pensar "gosto mesmo deste amigo do meu filho". Constatar que está tarde para ligar e dar parabéns para a outra amiga, a aniversariante. Abraçar o travesseiro e dormir tranquila o merecido e profundo sono de uma mãe feliz com seu dia!
terça-feira, 30 de novembro de 2010
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